ATENÇÃO
Se o motociclismo é o seu hobby favorito; se ao menos uma vez por semana você precisa reunir-se com seus amigos para um passeio de moto; se você já carregou nas costas o peso dos brasões de vários clubes ou está seriamente pré disposto a arcar com a responsabilidade de formar um novo motoclube; se você passa a semana inteira não aguentando esperar até o sábado para vestir seu colete, ou passa a semana indo trabalhar de carro e não vê a hora de pegar a sua moto no fim de semana; se você é consciente o suficiente para não pegar a estrada com mau tempo ou para não rodar sob efeito de álcool ou entorpecentes; se você exige ser rotulado de "motociclista" ou se você passa mais tempo em frente ao computador do que sobre duas rodas, e isso te incomoda... desculpe, seu lugar definitivamente não é aqui e talvez você se sinta desconfortável sabendo que para nós você não passa de um elo fraco dessa corrente. Portanto, meu conselho... IGNORE ESTE BLOG!
Dan
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21/12/2009
28/09/2009
História da Amazonas
Lendas do motociclismo brasileiro são a Amazonas e seus criadores. Hoje a companhia que resultou da criação da Amazonas chama-se TMA Veículos Especiais e no site deles consta a história dessa lenda em duas rodas, que eu resolvi postar aqui.
História da Amazonas
Conhecida também como "Motovolks"
A ideia de se construir uma motocicleta com motor VW, não foi exatamente iniciada com a Amazonas. No início dos anos 70, os mecânicos Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston, construiram uma máquina de 330 quilos com motor VW a ar de 1500 cc, cujo volante do motor fora aliviado, pois a moto, inicialmente, tinha a tendência de inclinar-se em demasia quando acelerada. O câmbio também era da marca alemã, tendo a marcha-a-ré em alavanca à parte, a fim de não confundí-la com as outras marchas, que eram acionadas pelo pé esquerdo, como em qualquer outra moto. A suspenção traseira tinha duas molas auxiliares, paralelas às originais e, na dianteira, contava com dois amortecedores de direção do fusca, que foram colocados lateralmente aos telescópicos dianteiros, enquanto o sistema de freios era composto por dois discos de Ford Corcel na frente e apenas um atrás, com pinças de VW Variant, sendo usado o cilindro mestre do Fusca. A estrutura foi feita com pedaços dos quadros de uma Harley e de uma Indian 1200 de 1950, enquanto a parte inferior foi construida artesanalmente e, incrível, foi aprovada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP. Posteriormente, para a fabricação do protótipo, que ostentava detalhes como o painel do Chrysler Esplanada e tanque em forma de caixão, os dois amigos instalaram uma oficina em São Paulo, na Av. Dr. Salomão Vasconcelos 668, e construiram mais três Motovolks, cujo paradeiro é, hoje, desconhecido.

Trabalhando juntos, Luiz Antonio e José Carlos montaram a "Motovilks" em 1977
Mas a história nao termina aqui. Um grupo de São Paulo, a FERREIRA RODRIQUES, interessou-se pelo projeto dos mecânicos, então nasceu, em 1978, a lendária AMAZONAS, única moto com marcha-a-ré, que foi considerada na época, a maior motocicleta do mundo. Foi a maior febre em todo o Brasil, pois nesta época, não havia importacao de motos no Brasil, e tínhamos de conformar-nos com algumas motos nacionais de baixa cilindrada. Deste modo, surgiu a "Amazonas Motocicletas Especiais - AME", empresa fundada em 15 de agosto de 1978, no bairro da Penha (SP). A produção dos modelos da marca iniciou-se, entretanto, apenas trinta e dois dias depois da criação da AME, que comecou a construir os modelos Turismo Luxo, Esporte Luxo e Militar Luxo. A moto era uma verdadeira salada de peças de carros da época, com peças de Corcel, Fusca, Caminhao Mercedes 608, Puma e Ford. Era uma moto superdimensionada e, por isso, era muito forte e durável, coisa não muito comum nos dias de hoje... Tanto que ainda é muito comum nestes dias, ver-se uma Amazonas com várias peças originais, em perfeito estado de conservação. Ela teve até um modelo a álcool, em 1978. Este modelo dispunha de carenagens integrais do motor, para mantê-lo em temperaturas mais elevadas. A Amazonas foi exportada para várias partes do mundo, inclusive para o Japão. Foram feitas diversas modificações durante sua existência, inclusive no chassis, suspenções, estética e motorizações, até sua total extinção, em outubro de 1988, sendo que cinco ou seis motos ainda foram montadas no ano seguinte, marcando assim, o fim do MOTOSSAURO. Para se ter uma ideia, a Amazonas custava o equivalente a seis Honda CG125, na época em que ela era fabricada (pesquisa feita pela revista moto show em 15 de abril de 1983). Nos dias de hoje, encontrar uma Amazonas original não é tarefa das mais fáceis, pois ao longo dos anos, seus proprietários fizeram várias modificações, tanto na estética como na mecanização. Existem hoje, Amazonas com injeção eletrônica de combustível. As pessoas que elaboraram a Amazonas, iriam ficar boquiabertas, ao ver estas motos ainda rodando (Fonte desta matéria e pesquisa, Revistas DUAS RODAS, MOTO TECNICA, MOTO SHOW).
Bem, a história ainda não acabou. Os mecanicos citados acima não se deram por vencidos, criaram outras duas motos em conjunto com outras pessoas, a BRASIL,e a KAHENA, mas esta é outra historia, que contarei nas próximas páginas. Uma Amazonas original, em bom estado deverá, em breve, tornar-se uma interessante peça de coleção pois, afinal de contas, trata-se da única moto do mundo com mecânica VW e marcha-a-ré, que, em sua época, foi considerada "a maior moto do mundo", um título que, convenhamos, nao é de se jogar fora.
Depois de "criar" a Motovolks, que deu origem à Amazonas 1600, o mecânico e seu sócio resolveram fazer um novo modelo, sempre utilizando motor VW, porém com transmissão por eixo cardã. O resultado foi a BRASIL 1.600, que (NOTICIA DA EPOCA) "deverá entrar em breve em produção". Luiz Antonio acaba desligando-se do grupo FERREIRA RODRIQUES (AME AMAZONAS MOTOCICLETAS ESPECIAIS) e associando-se a Jacinto Del Vecchio, e, juntos, fundam a Técnica Paulista de Motos e Acessórios Fora de Estrada Ltda (TEPAMA). Com esta associação nasceu a BRASIL 1600. "A nossa idéia - conta Luis Antonio- foi fazer uma moto diferente do que já tinha sito apresentado até agora, uma moto mais moderna. Os modelos anteriores com mecânica VW são duros e têm problemas com excesso de peso, na Brasil diminuimos esse peso, fizemos um quadro elástico com uma balança trazeira e criamos um sistema de freios mais racional, além disso, reduzimos suas dimensões para que pessoas com menor porte fisico pudessem dirigi-la".

Para financiar o projeto, tanto Luiz Antonio como Jacinto, tiveram de desfazer-se de vários bens pessoais, e, com isso, puderam fazer o protótipo, contratando o serviço de terceiros apenas para as fundições e fresas. Terminada a esta fase do projeto, começarão a fazer contatos com empresários e caso seja fechado um negocio, a Brasil entrará em produção, com os modelos prontos dentro de quatro meses. (Relatos colhidos por J.H.F. PORTO na epoca em que estas notícias eram divulgadas - "Impressões que tive ao ver a Brasil na época de seu lançamento" - José Horácio F. Porto). -"Ela era uma moto muito bonita, gradalhona e inovadora, porque tinha transmissão por cardan, suspensão ceriane e outros detalhes bem atipicos do modelo, era novidade mas não saiu do projeto, porque ela acabou tornando-se a Kahena". A empresa Tepama, virou Tecpama, Técnica Paulista de Máquinas, e a BRASIL tornou-se KAHENA, motocicleta bonita, arrojada e inovadora, que foi uma tentativa de competir com as importadas da época,tendo como principal ponto favorável a velha e boa mecânica VW a ar. Hoje, tem ainda uma legião de admiradores, pessoas que a cultuam como um ícone da indústria Nacional, como sua irmã, a AMAZONAS!!! Tendo acompanhado a evolução destas motos do dia de seu lançamento até hoje, admira-nos o fato de ver que há pessoas de bom gosto ressuscitando KAHENAS e recolocando-as na mídia. São brasileiros que gostam do que é seu, um produto 100% nacional, com mecânica simples e robusta, sem os problemas das importadas, uma motocicleta de excelente custo-benefício.
Fonte: TMA Motos
História da Amazonas
Conhecida também como "Motovolks"
A ideia de se construir uma motocicleta com motor VW, não foi exatamente iniciada com a Amazonas. No início dos anos 70, os mecânicos Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston, construiram uma máquina de 330 quilos com motor VW a ar de 1500 cc, cujo volante do motor fora aliviado, pois a moto, inicialmente, tinha a tendência de inclinar-se em demasia quando acelerada. O câmbio também era da marca alemã, tendo a marcha-a-ré em alavanca à parte, a fim de não confundí-la com as outras marchas, que eram acionadas pelo pé esquerdo, como em qualquer outra moto. A suspenção traseira tinha duas molas auxiliares, paralelas às originais e, na dianteira, contava com dois amortecedores de direção do fusca, que foram colocados lateralmente aos telescópicos dianteiros, enquanto o sistema de freios era composto por dois discos de Ford Corcel na frente e apenas um atrás, com pinças de VW Variant, sendo usado o cilindro mestre do Fusca. A estrutura foi feita com pedaços dos quadros de uma Harley e de uma Indian 1200 de 1950, enquanto a parte inferior foi construida artesanalmente e, incrível, foi aprovada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP. Posteriormente, para a fabricação do protótipo, que ostentava detalhes como o painel do Chrysler Esplanada e tanque em forma de caixão, os dois amigos instalaram uma oficina em São Paulo, na Av. Dr. Salomão Vasconcelos 668, e construiram mais três Motovolks, cujo paradeiro é, hoje, desconhecido.

Trabalhando juntos, Luiz Antonio e José Carlos montaram a "Motovilks" em 1977
Mas a história nao termina aqui. Um grupo de São Paulo, a FERREIRA RODRIQUES, interessou-se pelo projeto dos mecânicos, então nasceu, em 1978, a lendária AMAZONAS, única moto com marcha-a-ré, que foi considerada na época, a maior motocicleta do mundo. Foi a maior febre em todo o Brasil, pois nesta época, não havia importacao de motos no Brasil, e tínhamos de conformar-nos com algumas motos nacionais de baixa cilindrada. Deste modo, surgiu a "Amazonas Motocicletas Especiais - AME", empresa fundada em 15 de agosto de 1978, no bairro da Penha (SP). A produção dos modelos da marca iniciou-se, entretanto, apenas trinta e dois dias depois da criação da AME, que comecou a construir os modelos Turismo Luxo, Esporte Luxo e Militar Luxo. A moto era uma verdadeira salada de peças de carros da época, com peças de Corcel, Fusca, Caminhao Mercedes 608, Puma e Ford. Era uma moto superdimensionada e, por isso, era muito forte e durável, coisa não muito comum nos dias de hoje... Tanto que ainda é muito comum nestes dias, ver-se uma Amazonas com várias peças originais, em perfeito estado de conservação. Ela teve até um modelo a álcool, em 1978. Este modelo dispunha de carenagens integrais do motor, para mantê-lo em temperaturas mais elevadas. A Amazonas foi exportada para várias partes do mundo, inclusive para o Japão. Foram feitas diversas modificações durante sua existência, inclusive no chassis, suspenções, estética e motorizações, até sua total extinção, em outubro de 1988, sendo que cinco ou seis motos ainda foram montadas no ano seguinte, marcando assim, o fim do MOTOSSAURO. Para se ter uma ideia, a Amazonas custava o equivalente a seis Honda CG125, na época em que ela era fabricada (pesquisa feita pela revista moto show em 15 de abril de 1983). Nos dias de hoje, encontrar uma Amazonas original não é tarefa das mais fáceis, pois ao longo dos anos, seus proprietários fizeram várias modificações, tanto na estética como na mecanização. Existem hoje, Amazonas com injeção eletrônica de combustível. As pessoas que elaboraram a Amazonas, iriam ficar boquiabertas, ao ver estas motos ainda rodando (Fonte desta matéria e pesquisa, Revistas DUAS RODAS, MOTO TECNICA, MOTO SHOW).
Bem, a história ainda não acabou. Os mecanicos citados acima não se deram por vencidos, criaram outras duas motos em conjunto com outras pessoas, a BRASIL,e a KAHENA, mas esta é outra historia, que contarei nas próximas páginas. Uma Amazonas original, em bom estado deverá, em breve, tornar-se uma interessante peça de coleção pois, afinal de contas, trata-se da única moto do mundo com mecânica VW e marcha-a-ré, que, em sua época, foi considerada "a maior moto do mundo", um título que, convenhamos, nao é de se jogar fora.
Depois de "criar" a Motovolks, que deu origem à Amazonas 1600, o mecânico e seu sócio resolveram fazer um novo modelo, sempre utilizando motor VW, porém com transmissão por eixo cardã. O resultado foi a BRASIL 1.600, que (NOTICIA DA EPOCA) "deverá entrar em breve em produção". Luiz Antonio acaba desligando-se do grupo FERREIRA RODRIQUES (AME AMAZONAS MOTOCICLETAS ESPECIAIS) e associando-se a Jacinto Del Vecchio, e, juntos, fundam a Técnica Paulista de Motos e Acessórios Fora de Estrada Ltda (TEPAMA). Com esta associação nasceu a BRASIL 1600. "A nossa idéia - conta Luis Antonio- foi fazer uma moto diferente do que já tinha sito apresentado até agora, uma moto mais moderna. Os modelos anteriores com mecânica VW são duros e têm problemas com excesso de peso, na Brasil diminuimos esse peso, fizemos um quadro elástico com uma balança trazeira e criamos um sistema de freios mais racional, além disso, reduzimos suas dimensões para que pessoas com menor porte fisico pudessem dirigi-la".

Para financiar o projeto, tanto Luiz Antonio como Jacinto, tiveram de desfazer-se de vários bens pessoais, e, com isso, puderam fazer o protótipo, contratando o serviço de terceiros apenas para as fundições e fresas. Terminada a esta fase do projeto, começarão a fazer contatos com empresários e caso seja fechado um negocio, a Brasil entrará em produção, com os modelos prontos dentro de quatro meses. (Relatos colhidos por J.H.F. PORTO na epoca em que estas notícias eram divulgadas - "Impressões que tive ao ver a Brasil na época de seu lançamento" - José Horácio F. Porto). -"Ela era uma moto muito bonita, gradalhona e inovadora, porque tinha transmissão por cardan, suspensão ceriane e outros detalhes bem atipicos do modelo, era novidade mas não saiu do projeto, porque ela acabou tornando-se a Kahena". A empresa Tepama, virou Tecpama, Técnica Paulista de Máquinas, e a BRASIL tornou-se KAHENA, motocicleta bonita, arrojada e inovadora, que foi uma tentativa de competir com as importadas da época,tendo como principal ponto favorável a velha e boa mecânica VW a ar. Hoje, tem ainda uma legião de admiradores, pessoas que a cultuam como um ícone da indústria Nacional, como sua irmã, a AMAZONAS!!! Tendo acompanhado a evolução destas motos do dia de seu lançamento até hoje, admira-nos o fato de ver que há pessoas de bom gosto ressuscitando KAHENAS e recolocando-as na mídia. São brasileiros que gostam do que é seu, um produto 100% nacional, com mecânica simples e robusta, sem os problemas das importadas, uma motocicleta de excelente custo-benefício.
Fonte: TMA Motos
27/07/2009
Capacete com Retrovisor
Essa eu não sabia. A fabricante Reevu tem um capacete com retrovisor.O capacete utiliza uma série de espelhos que vão da dianteira à traseira, fazendo a luz chegar até a parte superior da viseira. O resultado é uma visão muito similar à que se tem num automóvel.
Os espelhos são feitos com policarbonato, material mais leve que o vidro e inquebrável.
Visão do capacete:
26/07/2009
05/07/2009
6º Encontro MotoeCia Classic
Eu perdi!!!
Fonte: Motociclismo Online
Motos clássicas agitam São Paulo
6º Encontro MotoeCia Classic atraiu cerca de 10 000 pessoas
Destinado a pessoas de todas idades que tem uma paixão em comum — motocicletas —, a 6ª edição do Encontro MotoeCia Classic ocrreu no último domingo (28), no Pateo do Colégio, em São Paulo. Mais de 1 000 motos passaram pelo local e o público estimado foi de 10 000 pessoas ao longo do dia.
Rafael Miotto
Zundapp KS750 1940
Yamaha 50 Minienduro 1973
Lambretta LI 150 1962
Honda Monkey Bike 50 1985
Honda CB 350R 1970
MZ250 1978
BMW R51/3 1940
Fonte: Motociclismo Online
Motos clássicas agitam São Paulo
6º Encontro MotoeCia Classic atraiu cerca de 10 000 pessoas
Destinado a pessoas de todas idades que tem uma paixão em comum — motocicletas —, a 6ª edição do Encontro MotoeCia Classic ocrreu no último domingo (28), no Pateo do Colégio, em São Paulo. Mais de 1 000 motos passaram pelo local e o público estimado foi de 10 000 pessoas ao longo do dia.
Rafael Miotto
Zundapp KS750 1940
Yamaha 50 Minienduro 1973
Lambretta LI 150 1962
Honda Monkey Bike 50 1985
Honda CB 350R 1970
MZ250 1978
BMW R51/3 1940
Dia Nacional do Motociclista
Não que eu me interesse muito por datas comemorativas, principalmente quando tem o dedo da ABRAM no beio, mas resolvi lançar porque faz parte da história do motocilcismo brasileiro.
Dia Nacional do Motociclista
Em 1998 constatando a existência de várias datas em que se comemorava o dia do motociclista, o que acabava por tornar a data sem valor, a ABRAM - Associação Brasileira de Motociclistas, iniciou o trabalho para estabelecer uma data única e nacional a fim de se comemorar o Dia Nacional do Motociclista.
Após uma pesquisa, a entidade chegou à conclusão de que era desnecessário criar uma nova data, pois dentre as datas existentes, uma fora criada em 1982 por iniciativa do Deputado Alcides Franciscatto, por sugestão de Rogério Gonçalves, na época, proprietário da Concessionária Honda de Sorocaba, em homenagem póstuma ao seu ex-mecânico, o motociclista Marcus Bernardi, falecido em 27 de julho de 1974.
Como essa data já constava em algumas agendas, a ABRAM fechou questão e adotou o dia 27 de julho como Dia Nacional do Motociclista, atuando imediatamente para a sua efetiva difusão em todo o país, dentre as ações para alcançar tão nobre propósito, a associação criou no ano 2000 a Semana Nacional do Motociclista e o Prêmio ABRAM de Motociclismo, além disso propôs a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) a emissão de um selo homenageando o setor de duas rodas, o pedido foi aceito e em 2001 foi lançado na sede social da ABRAM, na época em Santo André, ABC paulista, o Selo Postal Temático MOTOCICLETAS, uma edição especial com cerca de 1 milhão de cartelas, trazendo um modelo antigo e um atual das 6 maiores marcas de motocicletas presentes no Brasil, o motociclismo entrava então para a história da filatelia nacional.
Não parou por aí, no ano de 2002 a ASSOHONDA - Associação Brasileira dos Concessionários Honda procurou a ABRAM para saber por que entre tantas datas havia adotado 27 de julho, e convencendo-se de não haver data melhor, resolveu realizar na data de 27 de julho a Blitz Educativa Nacional e isso foi implantada em toda a rede de concessionários Honda no Brasil, o que sem duvida ajudou a fortalecer a referida data, que é comemorada desde então todos os anos.
Fonte: www.abram.com.br
Dia Nacional do Motociclista
Em 1998 constatando a existência de várias datas em que se comemorava o dia do motociclista, o que acabava por tornar a data sem valor, a ABRAM - Associação Brasileira de Motociclistas, iniciou o trabalho para estabelecer uma data única e nacional a fim de se comemorar o Dia Nacional do Motociclista.
Após uma pesquisa, a entidade chegou à conclusão de que era desnecessário criar uma nova data, pois dentre as datas existentes, uma fora criada em 1982 por iniciativa do Deputado Alcides Franciscatto, por sugestão de Rogério Gonçalves, na época, proprietário da Concessionária Honda de Sorocaba, em homenagem póstuma ao seu ex-mecânico, o motociclista Marcus Bernardi, falecido em 27 de julho de 1974.
Como essa data já constava em algumas agendas, a ABRAM fechou questão e adotou o dia 27 de julho como Dia Nacional do Motociclista, atuando imediatamente para a sua efetiva difusão em todo o país, dentre as ações para alcançar tão nobre propósito, a associação criou no ano 2000 a Semana Nacional do Motociclista e o Prêmio ABRAM de Motociclismo, além disso propôs a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) a emissão de um selo homenageando o setor de duas rodas, o pedido foi aceito e em 2001 foi lançado na sede social da ABRAM, na época em Santo André, ABC paulista, o Selo Postal Temático MOTOCICLETAS, uma edição especial com cerca de 1 milhão de cartelas, trazendo um modelo antigo e um atual das 6 maiores marcas de motocicletas presentes no Brasil, o motociclismo entrava então para a história da filatelia nacional.Não parou por aí, no ano de 2002 a ASSOHONDA - Associação Brasileira dos Concessionários Honda procurou a ABRAM para saber por que entre tantas datas havia adotado 27 de julho, e convencendo-se de não haver data melhor, resolveu realizar na data de 27 de julho a Blitz Educativa Nacional e isso foi implantada em toda a rede de concessionários Honda no Brasil, o que sem duvida ajudou a fortalecer a referida data, que é comemorada desde então todos os anos.
Fonte: www.abram.com.br
24/03/2009
Harley com Turbo
Fonte: Web site da #00 Garage, de Curitiba. Parabéns pelo site!

Se existe um ranking de marca mais customizada do mundo, o primeiro lugar é do mito americano Harley Davidson. Tudo, desde o mais singelo pisca lateral ao mais complexo sistema de comando de válvulas pode (e deve) ser mexido. Ter uma Harley é bom demais, mas ter uma Harley igual a do seu amigo ou vizinho não está com nada.
Nas páginas da sua SUPERMOTO é fácil ver de perto o mais puro tuning, como esta clássica Road King 2002, dona de um design imponente prestes a encher os olhos do mais insensível mortal. É linda? Sim, senhor. E é turbinada ainda por cima? Pode crer...O mais curioso é que esta Harley turbo nasceu de uma conversa de brincadeira entre o preparador Caio, da concessionária H.D., de Curitiba (PR) e o proprietário. Detalhes: ela estava com apenas 2.000 Km quando recebeu o kit turbo e hoje, com 10.000 km rodados, não apresentou nenhum problema.
A turbina usada é uma Máster Power .50 retrabalhada, escolha feita por se tratar de um equipamento nacional e confiável, baixando o custo de manutenção. Alimentada a gasolina e com pressão de sobrealimentação de 0,9 bar, a potência beira os 100cv, bem mais que seus 68cv originais. O trampo da instalação da turbina teve a participação de Ari Ebbers, preparador de carros, e do nosso colaborador Marcelo Peixoto. Tudo para deixar a Harley mais potente e, acima de tudo, lisa de funcionamento. Com o sistema de injeção eletrônica recalibrado, a moto se mostrou muito bem acertada: o motor responde rápido, sem buracos, desde os giros mais baixos. Não se trata de um canhão para enrugar o asfalto mas uma moto com desempenho melhorado, para um passeio mais radical, numa monstro com mais de 300 kg.
Como o kit vieram manômetro da turbina, manta térmica nos coletores de escape, radiador de óleo H.D., shift-light (luz de advertência para troca de marchas), manômetro do óleo da Custom Chrome e ainda um conta-giros trabalhando até 6.800 rpm de limite,
No restante, o motor V2 de 1.450 cc até que foi mantido bem original, com exceção das juntas de cabeçote de metal Screaming Eagle (divisão de performance da H.D.) para suportar a maior pressão na câmara de combustão. Os comandos de válvulas foram trocados pelos da Screaming Eagle 203, fazendo o motor falar forte depois dos 3.500 giros – em baixa a moto ficou lisa pra andar. O filtro de ar usado é um K&N cônico direto na boca da turbina, enquanto as velas (também Screaming Eagle) são um pouco mais frias que as originais. Bobinas e cabos de velas também são de fábrica, bem como módulo de ignição. Esse módulo recebeu programação da Screaming Eagle chamada EFI TUNER, que permite refazer os parâmetros de combustível e ignição, além do limite de rotação do motor.
O sistema de embreagem recebeu molas mais duras, para suportar o maior torque e os freios estão com malha aeroquip nos flexíveis e óleo Dot 5.1 da própria Harley. Outro pequeno acerto se deu na suspensão dianteira: óleo Motul Factory Line 32, um pouco mais denso que o original, apenas para aumentar a carga do conjunto, afim de manter a dianteira mais colada ao chão.
No visual, a Road King turbo ganhou pintura especial com pequenos pigmentos de azul perolizado no branco. Pelo painel, além dos novos instrumentos, foram colocados apliques em fibra de carbono. Pouco se comparado às Harley feitas no Brasil e no mundo, porém diferente pelo caracol no motor que melhora o rendimento, além de espirrar como os motores de carros preparados.
É de deixar qualquer vizinho boquiaberto. Principalmente se ele for proprietário de outra Harley Davidson.
Extraído de: revista Supermoto – ano 01 – nº 4

Se existe um ranking de marca mais customizada do mundo, o primeiro lugar é do mito americano Harley Davidson. Tudo, desde o mais singelo pisca lateral ao mais complexo sistema de comando de válvulas pode (e deve) ser mexido. Ter uma Harley é bom demais, mas ter uma Harley igual a do seu amigo ou vizinho não está com nada.
Nas páginas da sua SUPERMOTO é fácil ver de perto o mais puro tuning, como esta clássica Road King 2002, dona de um design imponente prestes a encher os olhos do mais insensível mortal. É linda? Sim, senhor. E é turbinada ainda por cima? Pode crer...O mais curioso é que esta Harley turbo nasceu de uma conversa de brincadeira entre o preparador Caio, da concessionária H.D., de Curitiba (PR) e o proprietário. Detalhes: ela estava com apenas 2.000 Km quando recebeu o kit turbo e hoje, com 10.000 km rodados, não apresentou nenhum problema.
A turbina usada é uma Máster Power .50 retrabalhada, escolha feita por se tratar de um equipamento nacional e confiável, baixando o custo de manutenção. Alimentada a gasolina e com pressão de sobrealimentação de 0,9 bar, a potência beira os 100cv, bem mais que seus 68cv originais. O trampo da instalação da turbina teve a participação de Ari Ebbers, preparador de carros, e do nosso colaborador Marcelo Peixoto. Tudo para deixar a Harley mais potente e, acima de tudo, lisa de funcionamento. Com o sistema de injeção eletrônica recalibrado, a moto se mostrou muito bem acertada: o motor responde rápido, sem buracos, desde os giros mais baixos. Não se trata de um canhão para enrugar o asfalto mas uma moto com desempenho melhorado, para um passeio mais radical, numa monstro com mais de 300 kg.
Como o kit vieram manômetro da turbina, manta térmica nos coletores de escape, radiador de óleo H.D., shift-light (luz de advertência para troca de marchas), manômetro do óleo da Custom Chrome e ainda um conta-giros trabalhando até 6.800 rpm de limite,
No restante, o motor V2 de 1.450 cc até que foi mantido bem original, com exceção das juntas de cabeçote de metal Screaming Eagle (divisão de performance da H.D.) para suportar a maior pressão na câmara de combustão. Os comandos de válvulas foram trocados pelos da Screaming Eagle 203, fazendo o motor falar forte depois dos 3.500 giros – em baixa a moto ficou lisa pra andar. O filtro de ar usado é um K&N cônico direto na boca da turbina, enquanto as velas (também Screaming Eagle) são um pouco mais frias que as originais. Bobinas e cabos de velas também são de fábrica, bem como módulo de ignição. Esse módulo recebeu programação da Screaming Eagle chamada EFI TUNER, que permite refazer os parâmetros de combustível e ignição, além do limite de rotação do motor.
O sistema de embreagem recebeu molas mais duras, para suportar o maior torque e os freios estão com malha aeroquip nos flexíveis e óleo Dot 5.1 da própria Harley. Outro pequeno acerto se deu na suspensão dianteira: óleo Motul Factory Line 32, um pouco mais denso que o original, apenas para aumentar a carga do conjunto, afim de manter a dianteira mais colada ao chão.
No visual, a Road King turbo ganhou pintura especial com pequenos pigmentos de azul perolizado no branco. Pelo painel, além dos novos instrumentos, foram colocados apliques em fibra de carbono. Pouco se comparado às Harley feitas no Brasil e no mundo, porém diferente pelo caracol no motor que melhora o rendimento, além de espirrar como os motores de carros preparados.
É de deixar qualquer vizinho boquiaberto. Principalmente se ele for proprietário de outra Harley Davidson.
Extraído de: revista Supermoto – ano 01 – nº 4
13/03/2009
História da Harley-Davidson Motorcycle Company
Este é um artigo bem detalhado sobre a história da Harley-Davidson Motorcycle Co. até o ano de 2003, que eu encontrei numa página mantida pelos Mamutes M.C. do Rio de Janeiro.
Fonte: História da Harley-Davidson
Gostaria de agradecer aos Mamutes M.C. por manter um artigo com tamanha qualidade na web e pela cortesia que eles fazem no web site, permitindo que os internautas façamos uso do material.
Boa leitura a todos.





































































































Fonte: História da Harley-Davidson
Gostaria de agradecer aos Mamutes M.C. por manter um artigo com tamanha qualidade na web e pela cortesia que eles fazem no web site, permitindo que os internautas façamos uso do material.
Boa leitura a todos.





































































































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